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Escravidão e a Bíblia

Uma das mais comuns e constantes argumentações céticas contra a bíblia se baseia na afirmação da bíblia apoiar a escravidão, que bem sabemos, é um dos crimes mais bárbaros possíveis… E se Deus apoia isso como eles querem transparecer, então Ele não é bom, perfeito e justo como se espera de um Ser superior, infalível… (Nota: ebed é a palavra hebraica usada para escravo ou servo no VT)

Logicamente a ideia de escravidão que temos já nos leva logo a cena do Brasil colonial, onde navios lotados de africanos tomados a força de suas terras, eram vendidos como mercadoria, tratados como animais, não-humanos, uma das coisas mais chocantes da história da humanidade, diga-se de passagem.. Mas era assim também na época bíblica? O tratamento, conceito era igual? Analisemos a bíblia, primeiramente, por este versículo:
“Quem furtar algum homem, e o vender, ou mesmo se este for achado na sua mão, certamente será morto.” Ex 21.16
Para quem quiser afirmar que Deus incentivava a escravidão, esse versículo já contradiz totalmente essa hipótese, afinal quem quisesse cometer tráfico humano, segundo a bíblia, era passível de MORTE! Só esse versículo já bastaria para acabar com o comércio de escravos na África..
Remontando àquela época, por causa de secas, miséria, ausência de auxílio governamental, aposentadoria, umas das soluções comuns era vender-se, ou vender a família como servos à pessoas mais abastadas… Nada disso Deus ordenou, mas a humanidade mesmo apelava para esses meios…
“Também, se teu irmão empobrecer ao teu lado e vender-se a ti, não o farás servir como escravo.” Lev 25.39
Como vemos, muitas vezes a carência forçava pessoas a apelarem para a servidão, até mesmo vender um parente,  a família inteira, costume de época, de fato.
Vejamos um ponto, mais um, bastante delicado e incompreendido:
“E quanto aos escravos ou as escravas que chegares a possuir, das nações que estiverem ao redor de vós, delas é que os comprareis”
Também os comprareis dentre os filhos dos estrangeiros que peregrinarem entre vós, tanto dentre esses como dentre as suas famílias que estiverem convosco, que tiverem eles gerado na vossa terra; e vos serão por possessão.
 E deixá-los-eis por herança aos vossos filhos depois de vós, para os herdarem como possessão; desses tomareis os vossos escravos para sempre; mas sobre vossos irmãos, os filhos de Israel, não dominareis com rigor, uns sobre os outros  Lev 25.44-46
Será que Deus estava agindo de maneira xenofóbica aqui? Desprezando os estrangeiros? Não de fato, aliás, Deus também tinha (tem) um apreço pelos estrangeiros (Exodo 12:49; 22.21; 23.9;Lev 19.33; Numeros 15:16 ; Isaías 56.3-7) portanto a velha afirmação de a bíblia ter sido feita por mentes humanas afim de escravizar, cometer genocídio, também não voga🙂
A parte em vermelho refere-se aos cananeus, povos que habitam na terra que Deus deu em possessão a Israel. E porque Deus fez isso? Vejamos:
“Depois que o Senhor teu Deus os tiver lançado fora de diante de ti, não digas no teu coração: por causa da minha justiça é que o Senhor me introduziu nesta terra para a possuir. Porque pela iniqüidade destas nações é que o Senhor as lança fora de diante de ti.
 Não é por causa da tua justiça, nem pela retidão do teu coração que entras a possuir a sua terra, mas pela iniqüidade destas nações o Senhor teu Deus as lança fora de diante de ti, e para confirmar a palavra que o Senhor teu Deus jurou a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó.
Sabe, pois, que não é por causa da tua justiça que o Senhor teu Deus te dá esta boa terra para a possuíres, pois tu és povo de dura cerviz.” Dt 9.4-6
Vemos pois que o motivo da invasão de Canaã não foi capricho de Deus, mas puramente justiça. Esses povos cometiam muitas atrocidades, barbaridades, como idolatria a falsos deuses (demônios), violência, injustiças, trapaças, consultavam “mortos” (que na verdade eram também demônios disfarçados de entes falecidos), cometiam bestialidades, bebedices, orgias, homossexualismo, faziam as filhas se prostituirem nos templos em devoção aos “deuses”, e o pior de tudo: sacrificavam as crianças no fogo em oferenda a moloque…

Ainda no tempo de Abraão, Deus deu um prazo de mais de 400 anos para que essa gente pudesse se arrepender de suas iniquidades (Gen 15.16), mas certamente isso não ocorreu, nem mesmo quando souberam do que Deus fez aos também impenitentes egípcios, exceto o povo da cidade de Gibeom (Josué 9), ou Gibeão… Então, assim como hoje um infrator da lei pode ser preso por anos, realizar serviços comunitários, ser enforcado, morto na cadeira elétrica, câmara de gás, executado, Deus escolheu como uma das punições, levarem eles como servos para Israel. Isso lhes era até uma vantagem, pois além de abandonarem suas práticas costumeiras pagãs, crimes, maldades, eles, e outros estrangeiros comprados pelos israelitas poderiam ter a magnífica oportunidade de conhecerem o único e verdadeiro Deus e se salvarem!

Mas vamos olhar os direitos e privilégios dos “escravos” segundo a bíblia:

Exodo 20:10 “mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.” (um dia inteiro de total repouso todos os sábados);

Exodo: 21.20 “Se alguém ferir a seu servo ou a sua serva com pau, e este morrer debaixo da sua mão, certamente será castigado;
 21 mas se sobreviver um ou dois dias, não será castigado; porque é dinheiro seu.” (Como se vê a partir do vers. 12 deste capítulo, está se tratando aqui de punição a infratores, não violência gratuita a um servo… Exortação a não ser exagerado nas punições);

Exodo 21:26 “Se alguém ferir o olho do seu servo ou o olho da sua serva e o cegar, deixá-lo-á ir forro por causa do olho.
27 Da mesma sorte se tirar o dente do seu servo ou o dente da sua serva, deixá-lo-á ir forro por causa do dente.” (direito automático de alforria em caso de agravo, mutilação contra um servo);
Exodo 21:32 “Se o boi escornear um servo, ou uma serva, dar-se-á trinta siclos de prata ao seu senhor, e o boi será apedrejado.” 
 
Leviticos 25.3 “Seis anos semearás a tua terra, e seis anos podarás a tua vinha, e colherás os seus frutos;
 4 mas no sétimo ano haverá sábado de descanso solene para a terra, um sábado ao Senhor; não semearás o teu campo, nem podarás a tua vinha.
6 Mas os frutos do sábado da terra vos serão por alimento, a ti, e ao teu servo, e à tua serva, e ao teu jornaleiro, e ao estrangeiro que peregrina contigo,” (vemos que de sete em sete anos havia um ano de descanso sem plantações, cultivo, agricultura, o que se traduzia em um ano inteiro de trabalho reduzido para servos e servas, fora que eles, estrangeiros, tinham direito de consumirem dos frutos que nascessem naturalmente)
Em Deuteronômio 12, acerca das leis de ofertas alçadas, dízimos, sacrifícios, primícias, nos versículos 12 e 18 Deus diz:
” E vos alegrareis perante o Senhor vosso Deus, vós, vossos filhos e vossas filhas, vossos servos e vossas servas, bem como o levita que está dentro das vossas portas, pois convosco não tem parte nem herança”
 
 “mas os comerás perante o Senhor teu Deus, no lugar que ele escolher, tu, teu filho, tua filha, o teu servo, a tua serva, e bem assim e levita que está dentre das tuas portas; e perante o Senhor teu Deus te alegrarás em tudo em que puseres a mão.”
 
(Ou seja, os servos tinham plenos direitos na sociedade, a participarem da refeição das ofertas, festas solenes, dízimos, e a “se alegrarem” junto com seus senhores! Assim como tinham direitos a participarem da aliança com o Senhor, ao serem circuncidados)
Deuteronômio 23.15 “Não entregarás a seu senhor o servo que, fugindo dele, se tiver acolhido a ti;
 16 contigo ficará, no meio de ti, no lugar que escolher em alguma das tuas cidades, onde lhe agradar; não o oprimirás.” (Voilá! Em caso de abuso, maltrato, violência, insatisfação do servo, e este fugisse de ser senhor, de maneira alguma alguém poderia devolvê-lo a este, mas tratá-lo nobremente, generosamente, e até ajudá-lo financeiramente, com alimentos, moradia, emprego)

E sobre este versículo:

“então tomarás uma sovela, e lhe furarás a orelha contra a porta, e ele será teu servo para sempre; e também assim farás a tua serva.” Dt 15.17
Bem, é só ler os versículos anteriores, para entender, onde tratava de algum compatriota hebreu que viesse a empobrecer, e se oferecesse como servo a outra família hebraica; ele deveria trabalhar 6 anos para esta, e ao 7° sair forro, não de mãos vazias, mas com algum rebanho, sementes, frutos, alimento, dinheiro, enfim… MAS, caso este que servo se recusasse a ser alforriado, por amar ao seu senhor(a), então deveria realizar esse procedimento descrito acima. Assim seria oficialmente um servo(a) desta família para sempre. Mas isto somente se o servo quisesse, voluntariamente!
Tratamento de homens tementes a Deus para com seus servos:
 
 
Gen 24.2 ” E disse Abraão ao seu servo, o mais antigo da casa, que tinha o governo sobre tudo o que possuía: Põe a tua mão debaixo da minha coxa,”
Vemos aqui que um dos servos de Abraão tinha um status praticamente de filho, confiança, lealdade, e mais, no capítulo 15.2, afirma que um servo dele poderia ser o herdeiro de toda tua casa, pois na época, Abraão não tinha filhos!
Jó 31.13 “Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando eles pleitearam comigo,
 14 então que faria eu quando Deus se levantasse? E quando ele me viesse inquirir, que lhe responderia?
 15 Aquele que me formou no ventre não o fez também a meu servo? E não foi um que nos modelou na madre?”
Difícil imaginar um Deus que supostamente era apoiador da escravidão, se preocupar com a causa destes, infrações contra eles! Vemos a preocupação de Jó, como homem temente a Deus, sedento por retidão e justiça, para com a causa até de teus empregados, servos, subordinados, sem abusar de seu poder, sem preconceitos!
No Novo Testamento
Na época de Cristo, primeiros séculos, a escravidão era algo perpetrado ao sistema romano, que na época dominava o mundo poderosamente… Grande parte deles advinham como parte dos espólios de batalhas, guerras, onde eram vendidos sumariamente, e também, aqueles que se vendiam como tais… Diferente da escravidão imperial da época do Brasil colônia, em geral esses escravos da época romana eram bem-instruídos, tratados com maior dignidade, podiam ser mestres, tutores. A palavra para escravo, servo no NT era dou’lo”, que designava mais escravos vendidos como espólios de batalhas. Podiam casar, acumular bens, até adquirir sua liberdade, fazer negócio, segundos leis romanas poderiam ser livres após a idade de 30 anos. De fato, no primeiro século D.C, o número de escravos sendo libertos eram tão grande que Cícero, imperador, teve de sancionar leis regulando isso!
Nos evangelhos, Jesus Cristo lida quase sempre em forma de parábolas sobre servos e senhores, fortemente exortando as pessoas a humildade, ao desapego as coisas materiais, ao mundo, seus deleites, riqueza, glórias… Ele mesmo veio humildemente na função de Servo de Deus:
Mt 12.17 “para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías:
 18 Eis aqui o meu Servo que escolhi, o meu Amado em quem a minha alma se compraz; porei sobre ele O meu espírito, e Ele anunciará aos gentios o juízo.
 19 Não contenderá, nem clamará, nem se ouvirá pelas ruas a sua voz.
 20 Não esmagará a cana quebrada, e não apagará o morrão que fumega, até que faça triunfar o juízo;
 21 e no seu nome os gentios esperarão.”
Mesmo sendo em forma, essência, natureza divina, Ele abdicou desse status (por um tempo), e vindo a Terra, tomou forma de homem, de Servo (Filip. 2.5-8), e não usou de Sua autoridade sobre ninguém, nem quis ser coroado como Rei, dos judeus, mas deu em si mesmo exemplo:
Marcos 10.42 “Então Jesus chamou-os para junto de si e lhes disse: Sabeis que os que são reconhecidos como governadores dos gentios, deles se assenhoreiam, e que sobre eles os seus grandes exercem autoridade.
 43 Mas entre vós não será assim; antes, qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o que vos sirva;
 44 e qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos.
Pois também o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.”
É importante lembrar também que Jesus Cristo nunca veio para causar rebeliões, motins, desobediência as leis (a não ser que elas forcem alguém a pecar, como Sadraque, Mesaque, Abednego, e Daniel na Babilônia, escolhendo antes temer a Deus do que seguir leis idólatras), nem veio entrar na política, criar um partido, uma monarquia, nada além de se empenhar na pregação do Evangelho da salvação, em dar a vida por preço de redenção pela humanidade, condenar o pecado, como lemos:
João 8:34 “Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é escravo do pecado.”
 
Bem provavelmente por essa razão, essa filosofia, foi que Paulo, Pedro, em suas cartas, não proferiram palavras de rebelião, luta pela liberdade, por parte dos escravos (além do qual, incitar revoltas seria devastador para o cristianismo, pois a situação até então suave dos escravos se agravou após a revolta de Spartacus em 73 D.C., por exemplo), fora que um dever-mor de um cristão é dar bom testemunho, afim de apresentar o “perfume” de Cristo (2 Cor 2.14-16) aos seus senhores, como visto:
Efésios 6.5 “Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo,
 6 não servindo somente a vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus,
7 servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens.”
1 Ped 2.18 “Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor aos vossos senhores, não somente aos bons e moderados, mas também aos maus.
 19 Porque isto é agradável, que alguém, por causa da consciência para com Deus, suporte tristezas, padecendo injustamente.
 20 Pois, que glória é essa, se, quando cometeis pecado e sois por isso esbofeteados, sofreis com paciência? Mas se, quando fazeis o bem e sois afligidos, o sofreis com paciência, isso é agradável a Deus.”
 
 
Tito 2. 9 “Exorta os servos a que sejam submissos a seus senhores em tudo, sendo-lhes agradáveis, não os contradizendo
 10 nem defraudando, antes mostrando perfeita lealdade, para que em tudo sejam ornamento da doutrina de Deus nosso Salvador.”
 
 1 Tim 6.1 “Todos os servos que estão debaixo do jugo considerem seus senhores dignos de toda honra, para que o nome de Deus e a doutrina não sejam blasfemados.
 2 E os que têm senhores crentes não os desprezem, porque são irmãos; antes os sirvam melhor, porque eles, que se utilizam do seu bom serviço, são crentes e amados. Ensina estas coisas.”  
 
Vimos acima todos os mandamentos dirigidos diretamente aos servos, escravos em si. Apesar de duro fato, devemos entender com tudo isso que a escravidão naquela época era LEGALIZADA, era muito mais breve, amena, digna e humana do que a escravidão na África, e também, por muitas vezes os senhores dos escravos convertidos serem descrentes, portanto, fora do julgo de Cristo, de suas leis. Com tudo isso, os apóstolos não estavam aconselhando os escravos a esquecerem para sempre de uma possível liberdade, mas além do bom testemunho, seria muito menos severo o jugo sobre eles se fossem honestos, agradáveis, justos, obedientes e humildes… Mas para com os senhores convertidos a Cristo, haviam mandamentos com relação ao tratamento de seus escravos:
Ef 6.9 “E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor tanto deles como vosso está no céu, e que para com ele não há acepção de pessoas.” 
 
Colossenses 4.1 1 “Vós, senhores, dai a vossos servos o que é de justiça e eqüidade, sabendo que também vós tendes um Senhor no céu.”
Carta de Paulo a Filemon
 

Durante mais de milênio, essa carta foi motivo de disputa e usada entre ambos os partidários, contra e pró-escravidão, devido a sua sutileza, quase ambiguidade… Mas o que ela realmente atesta?

8 “Pelo que, embora tenha em Cristo plena liberdade para te mandar o que convém, “
(Paulo não quis usar de sua autoridade eclesiástica, mas porque ele quereria usá-la? Certamente para um pedido meio controverso)

9 todavia prefiro rogar-te por esse teu amor, sendo eu como sou, Paulo o velho, e agora até prisioneiro de Cristo Jesus,
 10 sim, rogo-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões;
(preferindo contar com a voluntariedade e coração de Filemon sobre Onésimo, seu escravo, que foi preso, e daí evangelizado por Paulo)
 11 o qual outrora te foi inútil, mas agora a ti e a mim é muito útil;
 12 eu to torno a enviar, a ele que é o meu próprio coração. 
(Como um escravo seria inútil? Bem provavelmente se levar em conta a pessoa em si, seu coração, não sua “utilidade”, função… Paulo preferiu enviá-lo de volta, já que legalmente Onésimo ainda pertencia a Filemon, e também não quis que este viesse a fazer algo, no caso liberar Onésimo, por força, antes, porém, por vontade própria (vers. 14))
15 Porque bem pode ser que ele se tenha separado de ti por algum tempo, para que o recobrasses para sempre,
 16 não já como escravo, antes mais do que escravo, como irmão amado, particularmente de mim, e quanto mais de ti, tanto na carne como também no Senhor.
 17 Assim pois, se me tens por companheiro, recebe-o como a mim mesmo.
(Olhando este trecho, fica difícil imaginar alguém imaginar que Paulo não estivesse desejando a alforria de Onésimo)
 20 Sim, irmão, eu quisera regozijar-me de ti no Senhor; reanima o meu coração em Cristo.
 21 Escrevo-te confiado na tua obediência, sabendo que farás ainda mais do que peço.
(Paulo apela um pouco para o emocional de Filemon, pedindo-lhe que concedesse a ele próprio essa alegria em Cristo!)
Certamente houveram inúmeros “cristãos” que apoiaram a escravidão, mas certamente o fizeram por seus próprios desejos e visões sujas, sem o verdadeiro amor de Cristo em seus corações…
Somente o nobre versículo que Jesus exorta em Mateus 7.12, já deveria ser suficiente para se combater esse ato sujo:
“Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a lei e os profetas.”
 
Com este texto, venho procurar sanar mais esta dúvida, e aplacar um dos pontos que os céticos sempre procuram atacar, o que por um lado seria compreensível, se eles também se preocupassem com a escravidão infantil mundo afora, a situação do trabalhador assalariado brasileiro (quase escravidão!), dos chineses, enfim, mas como não, só transparece ser uma busca rebelde em denegrir e rejeitar a bíblia, ao Deus Santo criador… Bem, que Deus abençoe a todos, em nome do Senhor Jesus!

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