Releasing the Truth

Digging for knowledge…

DNA humano menos diversificado do que o de chimpanzés: evidência do dilúvio?

Chimpanzee

 

Nos últimos anos, pesquisadores descobriram que o DNA de seres humanos, mesmo entre indivíduos pertencentes a etnias geograficamente distantes dos outros por oceanos, continentes, como nativos americanos e chineses ou europeus, é muito menos diversificado do que chimpanzés vivendo em uma mesma mata. Como isso é possível? As evidências apontam para a ocorrência no passado de um “bottleneck” (“pescoço de garrafa”, dando ideia de estreitamento, afunilamento), ou seja, quando uma população passa por um evento de quase extinção, e devido a isso, perde a grande maioria de seus indivíduos. Os textos seguintes são citações de alguns artigos relatando esse fato (obviamente, cheio de especulação evolucionista e datas ridículas, tendenciosas):

 

Pascal Gagneux, um biologo da Universidade da Califórnia, San Diego, e outraos membros de um time de pesquisa estudaram a variabilidade genética de humanos e nossos mais próximos parentes vivos, os grandes primatas da África. Humanóides são cridos terem se dividido dos chimpanzés cerca de 5, 6 milhões de anos atrás. Com o passar de todo esse tempo, humanos deveriam ter crescido em variedade genética no mínimo do mesmo jeito que nossos primos. E eis que este não é o caso.

Nós descobrimos que um único grupo de 55 chimpanzés no oeste africano possui o dobro de variação genética que nós humanos temos, afirmou Gagneux. Em outras palavras, chimpanzés vivendo no mesmo reduzido grupo na Costa do Marfim são geneticamente mais divergentes uns dos outros do que tu és de qualquer outro humano em todo o planeta.

A árvore familiar demonstra que o ramo dos humanos foi podado,” disse Gagneux. “Nossos ancestrais perderam muito de sua variabilidade original.” “Isso faz perfeitamente todo sentido”, disse Bernard Wood, professor de origens humanas da Universidade George Washington e expert em evolução humana.

A quantidade de variação genética que se acumulou entre os humanos em nada é compatível com a idade da espécie”, disse Wood. “ Isso significa que você tem de suscitar uma hipótese sobre um evento que aniquilou a vasta maioria daquela (anterior) variação.”

A explicação mais plausível, ele reiteira, é que pelo menos uma vez em nosso passado, algo levou a população humana a reduzir drasticamente. Quando ou com qual frequencia isso tenha acontecido é objeto de especulação. Possíveis culpados seriam doenças, desastres naturais e conflitos.

A evidência sugeriria que estivemos “a um triz” de nos tornarmos extintos”. Wood disse.

Eles compararam a variação genética de macacos e chimpanzés de 1.070 sequências de DNA coletadas por outros pesquisadores ao redor do mundo. Eles também adicionaram o DNA de um osso de Neandertal de um museu alemão. Os resultados, dizem eles, são bastante convincentes.

Mostramos que essas espécies possuem diferentes quantidades e padrões de variação genética, sendo que os humanos se mostraram os menos variáveis”, declararam eles.

Ainda assim nós prevalecemos, mesmo que uma baixa variabilidade genética nos torna mais suscetíveis a doenças. (Porque? O que houve com aquela história da evolução de mutações e seleção natural criarem nova informação genética do nada?)  http://www.freerepublic.com/focus/fr/618341/posts

 

 

Outro artigo advindo do site da Universidade de Oxford, reitera a consistente variedade genética entre chimpanzés:

 

Chimpanzés comuns na África equatorial são há tempos reconhecidamente divididos em três categorias distintas ou sub-espécies nomeadas: ocidentais, centrais e orientais. Um quarto grupo, o chimpanzé camaronês, tem sido proposto, sendo este oriundo do sul nigeriano e oeste camaronês, mas existe muita controvérsia sobre se ele de fato constitui um grupo diferente.

 

Pesquisadores de Oxford, juntamente com cientistas da Universidade de Cambridge, o Instituto Broad, o centro Pasteurdu Cameroun e o centro biomédico de pesquisa primata, examinaram DNA extraído de 54 chimpanzés. Eles compararam o DNA em 818 posições ao longo do genoma de cada animal.

 

Sua análise demonstrou que os chimpanzés camaroneses são distintos dos outros, bem estabelecidos grupos.

 

Dr. Rory Bowden do departamento de estatísticas de Oxford, que liderou o estudo, afirmou: ‘Essa descoberta tem importante consequência para a conservação.[…] O fato de que todas as quatros populações reconhecidas de chimpanzés são geneticamente divergentes enfatiza o valor de conservá-los independentemente.’

 

Pesquisadores também contrastaram os níveis de variação genética entre grupos de chimpanzés com aqueles vistos em humanos de diferentes populações.

 

Surpreendentemente, mesmo todos os chimpanzés vivendo em relativa proximidade uns dos outros, chimpanzés de diferentes populações são substancialmente mais diferentes geneticamente falando do que humanos vivendo em diferentes continentes. Isso tudo mesmo tendo em vista o fato de o habitat de dois dos quatro grupos ser separado apenas por um rio.

 

http://www.ox.ac.uk/media/news_stories/2012/120302.html

 

Outros vários artigos tocam no assunto, e claramente, especulam sobre a suposta catástrofe que causou o afunilamento populacional, tal como erupção de um vulcão ou impacto de asteróide, 70 mil anos atrás:

 

Existe um evento de quase-extinção que é bem conhecido, embora ele continue controverso. Aproximadamente 70 mil anos atrás, uma enorme erupção ocorreu onde agora é Sumatra, próximo do Lago Toba. A erupção coincide com o afunilamento populacional que é muitas vezes citado como a razão da relativamente baixa variedade genética do Homo sapiens sapiens, Pesquisas sugerem que pouco mais de 2.000 humanos restaram após a erupção e suas consequências.

 

Um recente artigo no Proceedings of the National Academy of Sciences  achou outro afunilamento muito mais precendente na história humana. Estudos genéticos revelaram que 1.2 milhão de anos atrpas havia pouco mais de 55 mil membros do gênero Homo, incluindo homonídeos pré-humanos como Homo erectus e Homo egaster. Este é interessante porque nós não temos sólidas evidências de um evento catastrófico durante aquele período, portanto não temos certeza do que tenha causado essa redução populacional ou onde buscarmos por mais evidência.

 

O que é realmente interessante sobre o afunilamento populacional é o efeito que ele possui na evolução. Com uma população reduzida, mutações foram passadas por uma larga porcentagem dos membros da espécie. Mutações detrimentais podem ser devastantes e levar a completa extinção. (Porque estariam eles com medo de mutações? Estas supostamente causaram a origem de milhões de espécies, atributos, órgãos e membros perfeitamente adaptados…)

 

Quando humanos se depararam com a extinção.” BBC News

 

Humanos estiveram diante da extinção”. Scientific American

 

http://io9.com/5501565/extinction-events-that-almost-wiped-out-humans

 

 

Outros atestam que o afunilamento ocorreu na era Pleistocenica:

 

É nossa conclusão que, no momento, dados genéticos não podem refutar um simples modelo de exponencial crescimento populacional seguindo um afunilamento 2 milhões de anos atrás durante a origem de nossa linhagem e extendendo-se durante o Pleistoceno. Evidências arqueológicas e paleontológicas indicam que este modelo é demasiado simplificado para ser uma reflexão apurada da história detalhada da população., e por conseguinte achamos que os dados genéticos carecem de resolução para validamente expor maiores detalhes da mudança populacional humana durante o Pleistoceno. De qualquer modo, existe um detalhe que esses dados são suficientes para demonstrar. Ambos os dados genéticos e antropológicos são incompatíveis com a hipótese de um recente afunilamento populacional. Tal evento seria esperado deixar uma significante marca através de inúmeros locus genéticos e traços anatômicos observáveis, mas, enquanto alguns subconjuntos dos dados são compatíves com uma população afunilada recentemente, não há efeitos expressamente consistentes que possam ser achados através do trecho onde eles deveriam aparecer, e essa ausência desmente a hipótese.

 

http://mbe.oxfordjournals.org/content/17/1/2.short

 

 

 

Pois é, é fato consumado que humanos passaram por um período no qual eles foram quase que totalmente varridos da Terra. E isto obviamente causou a atual reduzida variação genética. Então, porque não poderiamos nós conceber a possibilidade de ter mesmo ocorrido um dilúvio global? Isto certamente explicaria o fato satisfatoriamente, e também responderia muito bem o porque de certos fósseis registrando cenas incríveis:

Fossil-Fish-Aspiration-Diplomystus-dentatus

 

 

rapid-fossils-fish-eating-fish

 

Flood2-Ichthyosaur-Giving-Birth

Ictiossauro fossilizado enquanto dava à luz

 

 

cara

Fóssil detalhados com traços das delicadas antenas do crustáceo

 

Essas e outras cenas incríveis registradas somente podem ser explicadas por um rápido, avassalador evento que causou o soterramento dos mesmos, e inclusive de inúmeros animais marinhos achados em topos de montanhas, desertos, continentes!

Outro fato interessante, em todos os continentes, temos narrativas passadas oralmente por povos antigos (quase 600 povos diferentes) que em certos ou vários pontos harmonizam com o dilúvio biblíco. Povos que supostamente não conviveram juntos no passado recente, cogitaram do nada uma mesma “lenda” sobre um mesmo evento com diversos pontos semelhantes? (Obviamente, por serem tradições orais, é certo que haveriam modificações substanciais durante os milênios, mesmo assim a semelhança não deixa de ser gritante)

 

Então? Alguma sugestão melhor para tudo isso do que um dilúvio?

DNA- fascinante obra de engenharia

Ácido desoxírribonucleico (DNA) é uma molécula que codifica as instruções genéticas usadas no desenvolvimento e funcionamento de todos os organismos vivos e inúmeros vírus. Junto com o RNA e as proteínas, o DNA é uma das três maiores macromoléculas essenciais para todas as formas vivas. A maioria das moléculas de DNA encontram-se na forma de dupla hélice, consistindo de dois longos biopolímeros de unidades simples chamadas nucleotídeos cada nucleotídeo é composto de uma nucleobase (base nitrogenada)(guanina, adenina, timina e citosina, mencionadas pelas respectivas siglas G,A,T e C), assim como por uma estrutura principal feita de açúcares alternantes (desoxirribose) e grupos fosfato (relacionado ao ácido fosfórico), com as nucleobased ligadas aos açúcares. DNA é feito sob medida para armazenamento de informação biológica, pois sua estrutura é resistente a rupturas e a estrutura em cadeia dupla providencia uma duplicação, cópia de segurança da informação genética. O seguinte vídeo (em inglês) demonstra alguns processos que ocorrem rotineiramente no DNA, dentro de cada uma de nossas 10 trilhões de células corporais, como o “empacotamento” do DNA antes da mitose (divisão celular), a duplicação das cadeias de DNA, transcrição deste por parte do RNA e a produção de novas proteínas.

Descoberta

Em 1927 Nikolai Koltsov propôs que os traços hereditários poderiam ser herdados através de uma “molécula hereditária gigante” feitas de “duas cadeias espelhadas que se replicariam em uma maneira semi-conservativa usando cada cadeia como gabarito”. Em 1928, Frederick Griffith descobriu que traços da forma “polida” do Pneumococcus poderia ser tranferida para a forma “grosseira” da mesma bactéria ao misturar bactéria morta “polida” com a forma via “grosseira”. Este sistema proveu-nos com a primeira clara sugestão de que o DNA carregaria informação genética O experimento de Avery— MacLeod— e MacCarty— Quando Oswald Avery, junto com os cooperadores Colin MacLeod e Maclyn MacCarty, indentificaram o DNA como o príncipio transformador em 1943. O papel do DNA na hereditariedade fora confirmado em 1952, quando Alfred Hershey e Martha Chase em seu famoso experimento demonstraram que o DNA é o material genético do fago T2.

Em 1953, James Watson e Francis Crick sugeriram o que é agora aceito como o primeiro modelo correto em dupla hélice da estrutura do ADN no jornal Nature. Seu modelo fora baseado em uma imagem de difração de raio-X (apelidado de “foto 51”) tirada por Rosalind Franklin e Raymond Gosling em Maio de 1952. Evidências experimentais corroborando o modelo de Watson e Crick foram publicadas em uma série de cinco artigos na Nature.

Sistema reparatório

Vale a pena notar que a molécula de DNA foi observada ser altamente reativa, portanto, muito instável, segundo recentes estudos. EM um dia comum cerca de um milhão de bases no DNA de uma única célula humana são danificados! Essas lesões são causadas pela combinação da atividade química corriqueira e exposição a radiação e toxinas advindas do nosso ambiente incluindo fumaça de cigarros, alimento grelhado e resíduos industriais. Portanto é essencial que os organismos possuam uma gama de sistemas reparatórios, como relatado em um recente artigo do Science Daily:

Uma série de toxinas ambientais e drogas quimioterápicas são agentes de alquilação que podem atacar o DNA. Quando uma base DNA se torna alquilada, forma-se então uma lesão que distorce a forma da molécula o suficiente para impedir a replicação bem-sucedida desta. Se a lesão ocorrer dentro de um gene, o mesmo pode deixar de funcionar. Para piorar a situação, existem dezenas de diferentes tipos de bases DNA alquiladas, cada um dos quais tem um efeito diferente sobre a replicação.

Um método de reparação dos danos que todos os organismos evoluíram é chamado de reparo por excisão de base. No BER, enzimas especiais conhecidas como DNA glicosilases viajam até a molécula de DNA escaneando em busca dessas lesões. Quando se deparam com uma, eles quebram a ligação de pares de base e invertem a base deformada. A enzima contém uma “bolsa” em formato especial que mantém a base deformada no lugar enquanto desmonta a “espinha dorsal” dela sem danificá-la. Isto deixa uma lacuna (denominada “zona abásica”) em que o DNA é reparado por um outro conjunto de enzimas.

O DNA humano possui uma única glicosilase nomeada de AAG, que repara bases alquiladas. Esta é especializada em detectar e deletar bases “etenoadeninas”, que foram deformadas pela combinação de lípidios altamente reativos, oxidantes, encontrados pelo corpo. Porém, AAG também lida com outras formas de danos alquilantes. Muitas bactériam, no entanto, possuem inúmeras variedades de glicosilases que lidam com variados tipos de danos.

É difícil de imaginar como glicosilases reconhecem diferentes tipos de danos alquilantes ao se estudar AAG pois ela reconhece inúmeros desses.” disse Eichman. “Então nós temos estudado glicosilases bacterianas afim de conseguir informações adicionais sobre o processo de detecção e reparo.”

Foi assim que eles descobriram a glicosilase bacteriana AlkD com seu esquema de detecção e reparo únicos. Todas glicosilases conhecidas funcionam basicamente assim: eles invertem a base deformada e mantém ela numa bolsa especial enquanto a recortam. AlkD, em contraposição, forçam ambas as bases deformadas e seu par a se virarem para o lado exterior da dupla hélice. Isso parece funcionar porque porque a enzima somente opera em bases deformadas que tenham adquirido uma excessiva carga positiva, tornando-as muito instáveis. Se deixadas assim, as bases deformadas irão se desprender espontaneamente. Todavia AlkD acelera o processo em até 100 vezes! Eichman especula se a enzima pode também permanecer no local e atrair enzimas reparadoras adicionais até lá.

AlkD tem uma estrutura molecular consideravelmente diferente de outras enzimas ou proteínas que se ligam ao DNA. No entanto, sua estrutura parece ser similar ao de outra classe de enzimas chamadas de quinases dependentes de DNA. Estas são moléculas enormes que possuem uma região ativa menor que tem um papel na regulação de de células que lidam com danos no DNA, Estruturas similares foram encontradas na porção das quinases com funções desconhecidas, leantando a possibilidade de que tenham um papel adicional ainda não reconhecido no reparo do ADN.”

O perigo dos raios UV

Tendo em vista a necessidade de inúmeros métodos de reparação e manutenção, é improvável imaginar que uma molecula instável e complexíssima como esta (cujas funções completas ainda estão para ser descobertas) possa ter surgido por si só, por acado, e possa ter durado tempo bastante em um meio ambiente pré-biótico. Numa Terra primordial, com atmosfera livre de O², não haveria camada de ozônio, ou haveria uma bem fina. Com isso, os raio UV nocivos do Sol poderiam bombardear a Terra em toda sua força, sem qualquer barreira, incluindo os piores tipos de raios UV. E, é fato que luz ultravioleta danifica, degrada polímeros! Esse problema conhecido como degradação UV é um problema comum, pois estraga muitos materiais feitos de polímeros sintéticos como nylon, polipropileno, etc. E este é somente um dos muitos problemas enfrentados por teorias proponentes de origens naturais dos seres vivos!

Corda de polipropileno estragada por raios UV ao lado de uma nova

 

Curiosidades:

-Um só DNA equivale a 3 GB de puro código (ou 200 listas telefônicas de Manhatan/NY de 1000 páginas);

-Desenrolada, uma molécula de DNA tem quase dois metros de comprimento, mas é muitas vezes mais fina que um fio de cabelo;

-Se desenrolassemos e emendassemos o DNA de cada célula de nossos corpos um ao outro, seu comprimento total daria para ir e voltar da Lua 600 vezes;

-Uma molécula de DNA é 4.5×10¹³ (45 trilhões) de vezes mais eficiente do que um moderno chip de silicone usados em computadores modernos;

 

Glycolysis and Alcoholic Fermentation

Glycolysis (from glycose, an older term for glucose + -lysis degradation) is the metabolic pathway that converts glucose C6H12O6, into pyruvate, CH3COCOO− + H+. The free energy released in this process is used to form the high-energy compounds ATP (adenosine triphosphate) and NADH (reduced nicotinamide adenine dinucleotide).Yeast cells obtain energy under anaerobic conditions using a very similar process called alcoholic fermentation,  also referred to as ethanol fermentation, is a biological process in which sugars such as glucose, fructose, and sucrose are converted into cellular energy and thereby produce ethanol and carbon dioxide as metabolic waste products.

Glycolysis requires 11 enzymes which degrade glucose to lactic acid (Fig. 2). Alcoholic fermentation follows the same enzymatic pathway for the first 10 steps. The last enzyme of glycolysis, lactate dehydrogenase, is replaced by two enzymes in alcoholic fermentation. These two enzymes, pyruvate decarboxylase and alcoholic dehydrogenase, convert pyruvic acid into carbon dioxide and ethanol in alcoholic fermentation.

The most commonly accepted evolutionary scenario states that organisms first arose in an atmosphere lacking oxygen.1,2 Anaerobic fermentation is supposed to have evolved first and is considered the most ancient pathway for obtaining energy. However, there are several scientific odds against that.

First of all, it takes ATP energy to start the process that will only later generate a net gain in ATP. Two ATPs are put into the glycolytic pathway for priming the reactions, the expenditure of energy by conversion of ATP to ADP being required in the first and third steps of the pathway (Fig. 2). A total of four ATPs are obtained only later in the sequence, making a net gain of two ATPs for each molecule of glucose degraded. The net gain of two ATPs is not realized until the tenth enzyme in the series catalyzes phosphoenolpyruvate to ATP and pyruvic acid (pyruvate). This means that neither glycolysis nor alcoholic fermentation realizes any gain in energy (ATP) until the tenth enzymatic breakdown.

Enzymes are proteins consisting of amino acids united in polypeptide chains. Their complexity may be illustrated by the enzyme glyceraldehyde 3-phosphate dehydrogenase, which is the enzyme that catalyzes the oxidation of phosphoglyceraldehyde in glycolysis and alcoholic fermentation. Glyceraldehyde phosphate dehydrogenase consists of four identical chains, each having 330 amino acid residues. The possible number of different combinations of these amino acid chains is infinite.

 

Glyceraldehyde-3-phosphate dehydrogenase

 

To illustrate, let us consider a simple protein containing only 100 aim acids. There are 20 different kinds of L-amino acids in proteins, and each can be used repeatedly in chains of 100. Therefore, they could be arranged in 20^100 or 10^130 different ways. Even if a hundred million billion of these (10^17) combinations could function for a given purpose, there is only one chance in 10^113 of getting one of these required amino acid sequences in a small protein consisting of 100 amino acids. By comparison, Sir Arthur Eddington has estimated there are no more than 10^80 (or 3,145 x 10^79) particles in the universe! Consider the 10 enzymes of the glycolytic pathway. If each of these were a small protein having 100 amino acid residues with some flexibility and a probability of 1 in 10^113 or 10^-113, the probability for arranging the amino acids for the 10 enzymes would be: P = 10^-1,130 or 1 in 10^1,130, and this result is only the odds against producing the 10 glycoytic enzymes by chance. It is estimated that the human body contains 25,000 enzymes. If each of these were only a small enzyme consisting of 100 amino acids with a probability of 1 in 10^-113, the probability of getting all 25,000 would be (10^-113)^25,000, which is 1 chance in 10^2,825,000…

Figure 2

 

 

There are still other problems with that theory. There are numerous complex regulatory mechanisms which control these chemical pathways. For example, phosphofructokinase is a regulatory enzyme which limits the rate of glycolysis. Glycogen phosphorylase is also a regulatory enzyme; it converts glycogen to glucose-1-phosphate and thus makes glycogen available for glycolytic breakdown. In complex organisms there are several hormones such as somatotropin, insulin, glucagon, glucocorticoids, adrenaline thyroxin and a host of others which control utilization of glucose.

In addition, complex cofactors are absolutely essential for glycolysis. One of the two key ATP energy harvesting steps in glycolysis requires a dehydrogenase enzyme acting in concert with the “hydrogen shuttle” redox reactant, nicotinamide adenine dinucleotide (NAD+). To keep the reaction sequence going, the reduced cofactor (NADH + H +) must be continuously regenerated by steps later in the sequence (Fig. 2), which requires one enzyme in glycolysis (lactic dehydrogenase) and another (alcohol dehydrogenase) in alcoholic fermentation.

Further, at one point, an intermediate in the glycolytic pathway is “stuck” with a phosphate group (needed to make ATP) in the low energy third carbon position. A remarkable enzyme, a “mutase” (Step 8), shifts the phosphate group to the second carbon position—but only in the presence of pre-existent primer amounts of an extraordinary molecule, 2,3-diphosphoglyceric acid. Actually, the shift of the phosphate from the third to the second position using the “mutase” and these “primer” molecules accomplishes nothing notable directly, but it “sets up” the ATP energy-harvesting reaction which occurs two steps later!

 

by Jean Sloat Morton, Ph.D.

 

References

1 A.I. Oparin, Origin of Life, New York: Dover Pub., lnc., 1965, pp. 225-26.
2 (Jark and Synge (eds.), The Origin of Life on the Earth, New York: Pergamon Press, 1959, p. 52.
3 Ernil Borel, Probabilities and Life, New York: Dover Pub., Inc., 1962, p. 28.

 

Cite this article: Morton, J. S. 1980. Glycolysis and Alcoholic Fermentation. Acts & Facts. 9 (12).

From: http://www.icr.org/article/glycolysis-alcoholic-fermentation/

 

How the flies fly- Video from TED website

From: TED

Michael Dickinson explains how the flies are capable of flying, a very intriguing subject; see the video below, audio in English with subtitles in varied idioms!

 

These annoying insects are an amazing example of biological engineering! They’re capable of some high-speed aeronautic manoeuvres that have long boggled the minds of aircraft designers and engineers. If a male fly chasing a potential mate sees her change course ever so slightly, he will respond with an appropriate change of his own in just 30 milliseconds!

It has long been known that the amazing stability of flies as they zip around has a lot to do with the two tiny club-shaped ‘balancing organs’ they have, called halteres. Some insects have four wings, while others, like the so-called ‘true flies’, have two (hence their ordinal name Diptera).

They have long been known for their function as flight stabilizers, like gyroscopes on airplanes that prevent excessive roll, pitch or yaw. Part of the way this works is that the halteres mostly beat in antiphase to the actual wings. But since such a stabilizing function would tend to make the fly keep flying straight, how does it manage to ‘disable’ this gyroscopic function in order to change course so quickly?

Researcher Dr Michael Dickinson of the University of California at Berkeley, along with a number of colleagues, long knew that flies will perform intricate flight manoeuvres in response to visual stimuli (a fly swatter coming down on them, for instance!). Sophisticated experiments in which flies were tethered in little corsets had shown that images perceived by the fly’s eye-brain system would cause automatic changes in wing activity. Yet a mystery remained, in that for years no one had been able to find evidence of any connecting nerve fibres between the brain and the muscles that controlled the wings.

The breakthrough began when Dickinson was reviewing a much earlier paper that described in great detail some very intricate musculature controlling the halteres. His team then performed more experiments which showed that visual cues while flying did not affect the wing muscles, but significantly affected the muscles controlling the halteres. This suggests that visual information flows directly from the eye/brain to the halteres, not the wings.

Read the full article here: http://creation.com/why-a-fly-can-fly-like-a-fly.

 

God bless you all.

%d bloggers like this: